segunda-feira, 29 de novembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
Cachaça
História e produção:
Evolução do Mercado da Cachaça
Dinâmicas e perspectivas do mercado da cachaça
http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/Repositorio/seto2-0206_Mercado_cachaca_000fjd7g4i802wyiv809gkz519nsp8ki.pdf
Cachaça tipo exportação
http://www.temperus.com.br/noticias/reader.php?id=1133&key=Not%EDcias%20-%20Neg%F3cios%20-%20Cacha%E7a%20tipo%20exporta%E7%E3o
Cachaça tipo exportação
http://www.temperus.com.br/noticias/reader.php?id=1133&key=Not%EDcias%20-%20Neg%F3cios%20-%20Cacha%E7a%20tipo%20exporta%E7%E3o
Cachaça Leblon distribui caipirinha nas ruas dos EUA
Quero ser surpreendido positivamente Ao som de músicas de bossa-nova e samba, o Caipi-Mobile está percorrendo as ruas de Miami, Los Angeles e Nova Iorque desde janeiro deste ano para distribuir o drinque mais famoso do Brasil a turistas e americanos. A idéia é chamar atenção de quem passa por meio da cor verde-limão do carro e da música alegre. Como não é permitido consumir bebidas alcoólicas nas ruas dos Estados Unidos, o Caipi-Mobile oferece caipirinha apenas nas áreas fechadas. Nas públicas, as pessoas assinam um manifesto chamado Legalize Cachaça e recebem lições de caipirinha e cachaça enquanto degustam caldo de cana-de-açúcar. A ação é promovida pela Cachaça Leblon, de Patos de Minas - MG. Considerada uma das melhores do mundo, a bebida é destilada em alambiques de cobre, o que confere melhores sabores que os da cachaça industrial. Fonte: Zig Zag - 23/03/10 fonte: Cozinha Profissional
A cachaça e a sua divulgação nos EUA
'Sedução da cachaça' se espalha pelos EUA, diz 'New York Times' | ||||||
O gosto pela cachaça vem se espalhando pelos Estados Unidos, afirma reportagem publicada nesta quarta-feira pelo diário americano The New York Times. Segundo o jornal, as importações do produto brasileiro cresceram de menos de 100 mil litros em 1998 para 213 mil litros em 2002 e 647 mil litros em 2007. A reportagem observa que as duas marcas que dominam o mercado, Pitú e 51, são produzidas em escala industrial e comercializadas nos Estados Unidos por até cinco vezes seu preço de venda no Brasil, “onde elas custam pouco mais do que uma garrafa de água e são pouco respeitadas”. O texto, que traz uma orientação sobre como pronunciar o nome da bebida (ka-SHA-sas), comenta que os americanos que já experimentaram o aguardente provavelmente o fizeram como parte de uma capirinha (kye-peer-EEN-yahs, orienta o jornal). Cachaças artesanais Mas o NYT comenta que há um crescente interesse nos Estados Unidos por cachaças artesanais, envelhecidas em tonéis de madeira. “As cachaças envelhecidas, que normalmente passam ao menos um ano em tonéis de madeira, representam ainda apenas uma pequena fração do mercado total de cachaça nos Estados Unidos”, diz o jornal. “Mas a demanda está crescendo.” A reportagem comenta que mesmo no Brasil o gosto pela cachaça como bebida fina também é uma novidade. “Apesar de a cachaça existir desde o século 16, somente na última década que as marcas mais finas se tornaram populares”, diz o texto. Antônio Rocha, produtor da cachaça Rochinha, no Estado do Rio de Janeiro, comenta ao jornal que “até os anos 1990, a cachaça não tinha nenhum valor”. “As cachaças que vendiam bem eram as anunciadas; as de qualidade não eram anunciadas e dependiam só do boca-a-boca”, diz. Para um importador citado pela reportagem, o mercado da cachaça “ainda está em sua infância”. “O que a cachaça pode mostrar ao mundo é uma variedade de sabores que não está disponível em nenhum outro aguardente”, diz o importador. Problemas da Cachaça nos EUA Um dos maiores entraves para as empresas brasileiras que exportam Cachaça para os Estados Unidos é a obrigatoriedade de constar no rótulo das bebidas a expressão “Brazilian Rum” o que segundo as instituições descaracteriza o produto gerando perda de identidade da bebida que é típica e exclusiva do Brasil. Segundo Cesar Rosa, presidente do IBRAC, a cachaça está enraizada na cultura brasileira e precisa ser reconhecida lá fora como tal. Para isso, o setor vem trabalhando ativamente e mobilizando esforços, além de desenvolver ações para ter internacionalmente o reconhecimento da exclusiva origem brasileira da denominação Cachaça. Com objetivo de provar que o rum e a cachaça são produtos distintos, e por conseqüência o reconhecimento real do produto, o IBRAC tem desenvolvidos ações, em especial nos Estados Unidos junto ao Alcohol and Tobacco Tax and Trade Bureau (TTB), agência americana responsável pela autorização e controle da venda de bebidas alcoólicas. O convênio firmado com o Sebrae Pernambucorespalda economicamente esse trabalho. O Instituto contratou um escritório de advocacia nos Estados Unidos para em conjunto com a Embaixada do Brasil em Washignton representar os interesses dos produtores de Cachaça e acompanhar todo o processo de mudança de legislação. PARCERIA “A parceria do Sebrae com o IBRAC busca o reconhecimento da cachaça como produto tipicamente brasileiro. A certificação de origem melhora a qualidade e fideliza o produto, revelando-se importante indutor de comercialização no mercado internacional. Creio que o Instituto Brasileiro da Cachaça contribuirá de modo significativo nesse trabalho, quer promovendo ações de inteligência competitiva para o setor, quer fornecendo informações estratégicas e direcionadas, tanto para o mercado nacional quanto para o mercado internacional”, explica o superintendente do Sebrae em Pernambuco, Murilo Guerra. A ação deve beneficiar cerca de 40.000 produtores de cachaça no Brasil. http://www.ibraccachacas.org/index.php?option=com_content&view=article&id=2:instituicoes-tentarao-alterar-o-nome-da-cachaca-nos-eua&catid=3:noticias&Itemid=57 Propagação da Cachaça nos EUA pelos bartenders Cachaça brasileira promove concurso nos Estados Unidos 08/19/2009 08:06:50 AM O vencedor do “Shake Their Way to Brazil” vai conhecer de perto a destilaria da Cuca Fresca.
A cachaça orgânica Cuca Fresca está com as inscrições abertas até o dia 15 de setembro para o concurso “Shake Their Way to Brazil”. Os bartenders e mixologistas (criadores de drinques) que fizerem as melhores bebidas com a cachaça ganham uma viagem ao Brasil, patrocinada pela Cuca Fresca. A competição é aberta a bartenders e mixologistas de todos os Estados Unidos. Quatro finalistas serão escolhidos por juízes, e um quinto finalista ganhará o voto popular através do “People’s Choice”. As receitas devem conter até cinco ingredientes adicionais, além é claro da Cuca Fresca ou da “Pura Gold”, uma variante da Cuca Fresca. O melhor vai competir no “Shake Off” em Chicago, Illinois. Segundo Phoenix Kelly-Rappa, Managing Partner da Cuca Fresca, o grande vencedor irá ao Brasil, com um acompanhante, para realizar um tour pela destilaria da Cuca Fresca em Socorro (SP). O período da visita é de 4 a 9 de março de 2010. A programação inclui um intercâmbio cultural, onde um mixologista brasileiro vai ensinar aos americanos drinques feitos com a cachaça. A idéia principal do concurso é de divulgar mais a cachaça orgânica entre os bartenders dos EUA, bem como a forma como ela é usada nos drinques. Os participantes devem colocar a receita no menu do bar onde trabalham, e também postá-la no website oficial da competição. A brasileira Lua Botani criou o “Açaí na Cuca”, que leva ainda suco de maracujá e xarope de agave, feito de cactus. Os antioxidantes do açaí e a química da cachaça, segundo ela, são bastante energéticos. Lua espera realmente vencer o concurso. Já são cinco gerações que usam os métodos de fabricação da Cuca Fresca. Araci Ferreira Slasinski é neta de Carlos de Paula Ferreira, um dos primeiros fazendeiros a obter a licença da cachaça. Ela também é uma das proprietárias da Cuca Fresca. Há três anos e meio, a família Ferreira se juntou à também brasileira Aguardente Caribena LTD, a fim de criar a Cuca Fresca especialmente para o mercado americano e internacional. Cachaça com “jeitinho bem brasileiro” A expectativa de Araci é de que o nome Cuca Fresca se expanda a partir da competição. O diferencial da marca, segundo ela, pode estar justamente no nome alegre. “A gente se conecta com a cultura brasileira, somos alegres, criativos e gostamos de nos divertir”, disse ela. A Cuca Fresca é totalmente orgânica: a cana não leva nenhum tipo de veneno para limpar as pragas. Além disso, a fermentação é natural, feita de milho. A chamada “Ready to drink”, espécie de batida da Cuca Fresca, é 95% orgânica. De acordo com Araci, não é possível ter controle sobre a fruta que compõe a bebida, por isso a bebida, produzida em Minas Gerais, não obteve certificação 100%. As receitas para o “Shake Their Way to Brazil” devem ser postadas no www.cucafrescaspirit/contest, onde também estão as regras da competição. O público pode votar na melhor até o dia 31 de outubro, através do “People’s Choice”. No dia 15 de outubro serão anunciados as 20 semi-finalistas, as quais ficarão no website por duas semanas. Em 1º de novembro serão conhecidos os 4 finalistas escolhidos pelo júri e 1 finalista do “People’s Choice”. Todos competem no “Shake Off” Chicago, no dia 30 de novembro. A reportagem fala sobre os desafios da Cachaça Leblon que tem um dono americano Conheça o americano que está apresentando a cachaça ao mundo Steve Luttmann enfrenta o desafio de conquistar o mercado global com a caipirinha . Nos Estados Unidos, criou até vídeo para ensinar os americanos a pronunciarem o nome da mais brasileira das bebidas Por ELISA CAMPOS O Corcovado ao fundo, belas mulheres, boa música e Kai-pureen-ya. É nesta imagem –e na pronúncia arrevesada de caipirinha - que o americano Steve Luttmann, de 43 anos, aposta para conquistar o mercado internacional com a cachaça Leblon. Genuinamente brasileira, a marca nasceu, sem muito planejamento, em 2005, quando ele decidiu tentar a sorte ao abrir um negócio próprio. “Resolvi abrir a empresa um dia depois de fazer 40 anos. Minha esposa diz que foi uma crise de meia idade”, brinca. “Decidi que iria fazer por mim o que passei a vida inteira fazendo pelos outros”. A escolha pela cachaça não foi por acaso. Casado com uma brasileira, Steve morou três anos no Brasil, onde atuou como gerente de marketing da Cica. Com uma longa carreira em marketing no currículo, ele percebeu que apresentar ao mundo a mais brasileira das bebidas seria um bom negócio: “Na Europa e nos EUA, os jovens bebem hoje muito menos cerveja do que na época de seus pais. Agora, nas festas, o que está na moda são os coquetéis, com maior ar de sofisticação”. Suas previsões parecem se confirmar. O investimento inicial de US$ 3 milhões deu frutos. Hoje, a cachaça Leblon pode ser encontrada nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Inglaterra, França, Espanha, Portugal e Tailândia. Com um faturamento de US$ 5 milhões, a bebida está presente em bares e restaurantes das principais cidades americanas. Nascido na Filadélfia, Pensilvânia, Steve é filho de americanos com ascendência alemã e italiana. Desde cedo ele se sentiu atraído pelo mundo dos negócios. Fez faculdade de economia, na Universidade da Pensilvânia, e mais tarde MBA em marketing, na Universidade de Nova York. Sua vida profissional, no entanto, não começou com o pé direito. Embora tenha feito boa parte da carreira na área de marketing, o primeiro emprego de Steve foi no setor financeiro, como analista de um banco da Filadélfia. “Eu odiei esse trabalho. Foi útil para aprender algumas coisas, mas não era o que eu queria”. Mostrando desde o início sua abertura para o mundo, Steve estudou fora dos EUA em duas oportunidades. Por um ano na Alemanha, na Universidade de Colônia, durante a graduação, e por dois na Áustria, na universidade de Viena, na época do MBA. Foi em sua estada em Viena que trabalhou como consultor para ONU e começou sua carreira na Unilever como trainee. Sua trajetória, em breve, iria lhe trazer ao Brasil. Depois da Áustria, de volta aos EUA, Steve tornou-se gerente de marketing da Unilever em 1993. Em 1997, ele chegava ao Brasil com a missão de chefiar a gerência de marketing da Cica. A estadia durou três anos. Aqui, conheceu sua mulher, a paulista Carolina Stoll, com quem hoje tem um filho. Perspectivas 2010: a invasão dos EUA pela cachaça Publicado em 26/12/2009 por Nivia de Oliveira Castro O reconhecimento da cachaça como bebida tipicamente brasileira pelos Estados Unidos deverá ocorrer no primeiro semestre de 2010. A partir de então os norte-americanos vão se transformar nos maiores importadores do produto nacional até o final do próximo ano. Com isso, irão desbancar a Alemanha do posto de principal compradora e distribuidora da nossa cachaça no mercado internacional. Um dos grandes problemas vividos pelos produtores brasileiros sempre foi a rígida associação da cachaça à caipirinha. Por mais paradoxal que pareça, essa relação sempre dificultou os contratos de exportação para os EUA, uma vez que a bebida só era reconhecida como produto indispensável para a produção do coquetel. Porém, essa realidade está prestes a mudar. De acordo com a Emater, já foi tecnicamente provada a distinção das bebidas. Para ter a entrada permitida nos EUA, a cachaça tinha que ser engarrafada com o selo de rum, embora a bebida possuísse substâncias bem diferentes em sua composição. Agora que o Brasil conseguiu provar essa diferença volumes expressivos de cachaça passarão a ser exportados com muito mais facilidade. Cachaça quer ser só brasileira no mercado internacional Fábio Suzuki (fsuzuki@brasileconomico.com.br) 06/03/10 07:21 Variedade de marcas de cachaça no mercado brasileiro é uma mostra de sua popularidade. Governo e entidades esperam obter reconhecimento internacional Governo e entidades buscam reconhecimento internacional e exclusividade na comercialização da bebida ainda este ano. Bebida típica brasileira feita a partir do melaço da cana-de-açúcar, a cachaça tem hoje 150 denominações incluídas no Dicionário Aurélio. A vasta variedade de palavras que a definem é fruto de sua desenfreada expansão ao longo de sua história, cujos primeiros relatos datam da primeira metade do século XVI. A busca por uma identidade forte que valorize o produto no mercado não ocorre apenas em seu país de origem. Este ano, a bebida pode dar um passo importante para expandir suas vendas no exterior, tendo a expectativa de ser reconhecida por apenas um nome: Cachaça do Brasil. Hoje, Estados Unidos e Europa, os principais mercados importadores da bebida, não a identificam como um produto brasileiro ou não a definem como cachaça, fato que gera perda de identidade da aguardente. Além disso, por não ter registros de Indicação Geográfica de um produto específico do Brasil, o segmento fica em aberto para outros países produzirem a bebida e com a possibilidade de ocupar um mercado que pode ser exclusivo dos brasileiros. Essas indefinições influenciam o volume atual de cachaça exportado, que corresponde a apenas 2,6% do total (com base nos dados divulgados pelas entidades). Mas segundo especialistas, se for contabilizada toda a produção do país, incluindo os produtores informais e que não são registrados no Ministério da Agricultura, as exportações não chegam a 1%. "Acredito que, se conseguirmos esses dois reconhecimentos no exterior, os volumes exportados vão aumentar e 2010 pode ser um ano histórico para a cachaça", comenta Carlos Lima, diretor-executivo do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac). A entidade, juntamente com o Sebrae de Pernambuco e com apoio da embaixada brasileira em Washington, contratou um escritório de advocacia nos Estados Unidos para acompanhar o andamento do processo local que tenta classificar a bebida apenas como "cachaça". É que, desde o ano 2000, o mercado americano utiliza nos rótulos da bebida a denominação "Brazilian Rum". Já no mercado europeu, o trâmite é pelo reconhecimento da aguardente como um produto típico brasileiro. "Quando cria uma identidade de origem, a bebida se valoriza e os volumes exportados tendem a aumentar", avalia José Augusto Rodrigues da Silva, presidente da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe). Trabalhos pela frente O grande objetivo dos brasileiros é alcançar os mesmos patamares que a mexicana tequila tem no mercado internacional. Mas até lá, o Brasil ainda tem muita cana-de-açúcar para moer. Além de obter o reconhecimento da aguardente nos mercados americano e europeu, o país terá um árduo trabalho para estruturar a qualidade e produção de sua bebida típica, mesmo empresas nacionais já exportando para diversos países como fazem a Ypióca e Companhia Müller de Bebidas (Cachaça 51). "O crescimento das exportações não depende apenas da admissão pelos outros mercados. O segmento brasileiro terá que investir em qualidade, novas embalagens, inovação, marketing e promoção para sair do estágio em que está", afirma Vicente Bastos Ribeiro, presidente da Câmara Setorial da Cachaça do Ministério da Agricultura. Para Alexandre Wagner da Silva, presidente da Associação Mineira dos Produtores de Cachaça de Qualidade (Ampaq), um trabalho junto aos consumidores dos outros países também será necessário para aumentar as exportações. "Tem que mudar o hábito de beber, pois lá fora é consumida apenas como caipirinha. Precisamos introduzir o consumo da cachaça pura, sem colocar limão e açúcar", diz o presidente da Ampaq. | ||||||
sábado, 20 de novembro de 2010
Top 10 Importadores de Cachaça
| PARÂMETROS DA CONSULTA ALICEWEB | |||||||
| Mercadoria: 22084000 - CACHACA E CANINHA (RUM E TAFIA) | |||||||
| Classificação: Todas as ocorrências em ordem decrescente de valor. | |||||||
| 1º Detalhamento: País | |||||||
| Período 1: 01/2009 a 12/2009 | |||||||
| Código do País | Descrição do País | Quantidade | Peso Líquido (Kg) | US$ FOB | Estimativa de brasileiros residentes | Proporção | |
| 249 | ESTADOS UNIDOS | 1.390.554 | 1.407.415 | 2.770.786,00 | 1.280.000 | 1,09 | |
| 023 | ALEMANHA | 2.574.333 | 2.506.151 | 2.271.745,00 | 89.000 | 28,93 | |
| 607 | PORTUGAL | 723.711 | 715.229 | 1.380.107,00 | 137.600 | 5,26 | |
| 275 | FRANCA | 614.584 | 592.785 | 1.156.248,00 | 60.000 | 10,24 | |
| 586 | PARAGUAI | 1.230.274 | 1.295.360 | 1.059.159,00 | 300.000 | 4,10 | |
| 245 | ESPANHA | 477.189 | 468.922 | 903.785,00 | 125.000 | 3,82 | |
| 097 | BOLIVIA | 742.544 | 809.156 | 776.361,00 | 23.800 | 31,20 | |
| 386 | ITALIA | 263.149 | 261.702 | 696.254,00 | 70.000 | 3,76 | |
| 573 | PAISES BAIXOS (HOLANDA) | 358.043 | 433.677 | 653.382,00 | 17.600 | 20,34 | |
| 845 | URUGUAI | 654.641 | 725.710 | 565.339,00 | 32.200 | 20,33 | |
| *Dos 10 países, 6 países são da Europa (60%) | |||||||
| * 4 países são da América (40%) | |||||||
| Premissa da Teoria estratégica: | |||||||
| *Estar sempre buscando obter vantagens competitivas sobre os concorrentes. | |||||||
| *Os riscos de qualquer movimento são avaliados e evitados ao máximo. | |||||||
| *A decisão de internacionalização são influenciadas pelos movimentos competitivos ou esperados dos concorrentes: | |||||||
| Neutralizar as vantagens dos concorrentes | |||||||
| Superar as vantagens dos concorrentes. | |||||||
| O principal critério de escolha é a melhora na sua posição competitiva; seguir a líder. Obs: Arrasaram na tabela meninas! | |||||||
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